quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Plataforma Brasil

 A Plataforma Brasil é um sistema eletrônico criado pelo Governo Federal para sistematizar o recebimento dos projetos de pesquisa que envolvam seres humanos nos Comitês de Ética em todo o país. A Plataforma Brasil é a única via de protocolo de projetos de pesquisa com seres humanos na UFAL. A submissão, tramitação e acompanhamento dos projetos de pesquisa ocorrem totalmente de forma on line para protocolar o projeto, anexar documentos, retirar pareceres de pendências, pois todos estes procedimentos são feitos através do sistema.

Para a submissão de projetos de pesquisa que envolvam seres humanos, o pesquisador deverá se cadastrar como Pesquisador na Plataforma Brasil no site http://aplicacao.saude.gov.br/plataformabrasil/login.jsf . Após o cadastro poderá submeter projetos para análise.


Os projetos de pesquisa devem estar em conformidade com a Resolução CNS nº 466/12 para a área da Saúde e a nova Resolução CNS nº 510/16 para as áreas Social e Humana. Sugerimos a leitura destas resoluções acima e também da Norma Operacional CNS nº 001/2013 que detalha o funcionamento operacional dos comitês de ética e também orienta os pesquisadores responsáveis com relação à documentação necessária que precisa constar em um projeto de pesquisa para que o mesmo seja submetido na Plataforma Brasil.


O sítio da Plataforma Brasil é atualizado constantemente e traz várias cartilhas explicativas (ícones Tutorial e Perguntas) sobre o sistema e um chat eletrônico (ícone Atendimento on line), onde o pesquisador poderá sanar suas dúvidas sobre a operacionalidade do sistema.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Integridade na Pesquisa

 

Leituras Indicadas

ANPED. Ética em pesquisa em educação: subsídios. Vol 1. Rio de Janeiro: Anped, 2019. Disponível em: https://anped.org.br/sites/default/files/images/etica_e_pesquisa_em_educacao_28_junho_2021.pdf?_ga=2.231043935.1194208691.1637765184-391667132.1628598086

ANPED. Ética em pesquisa em Educação: subsídios, Volume 2. Comissão de Ética em Pesquisa da Anped. Rio de Janeiro: Anped, 2021. Disponível em:

https://www.anped.org.br/sites/default/files/images/etica_e_pesquisa_em_educacao_v._2_agosto_2021.pdf

BROOKS, R.; TERIELE, K.; MAGUIRE, M. Ética e pesquisa em educação. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2017.

DUQUE, Eduardo; CALHEIROS, Antonio. Questões éticas subjascentes ao trabalho de investigação. Revista Edapeci, v. 17, n. 20, p. 103-118, maio/ago, 2017.

FRANCISCO, Deise J.; SANTANA, Luciana (orgs). Problematizações éticas em pesquisa. Maceió: Edufal, 2014.

SANTANA, Luciana; FRANCISCO, Deise J. (org). Entrelaces entre questões éticas e metodológicas na pesquisa. Maceió: Edufal, 2017.

SANTOS, Luís H.; KARNOPP, Lodenir B. (orgs). Ética e pesquisa em educação: questões e proposições às Ciências Humanas e Sociais. Porto Alegre: editora da UFRGS, 2017.

TORRES, Velda G.; ALVES, Lynn R. A responsabilidade ética na pesquisa nas Ciências Humanas e Sociais: uma reflexão sobre a perspectiva da integridade na comunidade científica. Revista Edapeci, v.17, n. 2, p.30-45, maio/ago, 2017.SANTANA, Luciana; FRANCISCO, Deise J. (org). Entrelaces entre questões éticas e metodológicas na pesquisa. Maceió: Edufal, 2017.

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Softwares para processamento e análise de dados da pesquisa

 ALONSO, Celina; BRANDÃO, Catarina; GONÇALVES, Sonia P. Análise temática qualitativa com o apoio do MaxQDA: o impacto da Covid-19 no setor de restauração. Vol 8. Investigação qualitativa em educação: avanços e desafios, 2021, p.312-319.

ANDRADE, Danielle M.; SCHMIDT, Elisabeth B.; MONTIEL, Fabiana C. Uso do software Nvivo como ferramenta auxiliar da organização de informações na análise textual discursiva. Revista Pesquisa Qualitativa. São Paulo, v.8, n. 19, p. 948-970, dez. 2010. Disponível em: https://editora.sepq.org.br/rpq/article/view/357

CANUTO, Angela et al. Paralelo qualitativo entre grupos focais presenciais e virtuais: limitações e potencialidades vistas a partir do Iramuteq. Vol 7. Investigação qualitativa em educação: avanços e desafios, 2021, p.128-144.

CERVANTES, C. T. et al. Uso del software CAQDAS NVivo em Ciencias Sociales para la investigación con grupos de discussíon. Index de Enfermería, vol 25, n.3, Granada, jul/sept, 2016..

LORENZETTI, Leonir; DOMICIANO, Tamara D.; GERALDO, Ana P. A utilização do software QDA Miner Lite nas pesquisas que utilizam a análise textual discursiva. Revista Pesquisa Qualitativa. São Paulo, v.8, n. 19, p. 971-990, dez. 2020. Disponível em: https://editora.sepq.org.br/rpq/article/view/367

GARCIA, Fabiane M; ESTEVÃO, C. O uso de softwares de análise de dados qualitativos QDAS em uma investigação em rede. Revista Pesquisa Qualitativa, São Paulo, v. 4, n, 5, p. 253-274, 2016. Disponível em: https://editora.sepq.org.br/rpq/article/view/52

LIMA. Valderez M.; AMARAL, Rosa; RAMOS, Maurivan. Análise textual discursiva apoiado por softwtare: Iramuteq e análise de subcorpus. Vol 7. Investigação qualitativa em educação: avanços e desafios, 2021, p.1-9.

RAMOS, Vinicius F.; SMANIOTTO JUNIOR, Cesar. Aplicação web Sonda: Social Network Data Analysis. In: LAPA, Andrea B,; LACERDA, Andreson L. (orgs). Formação de sujeitos em espaços sociais virtuais. Volume II, Rio de Janeirto: Letra Capital,  p. 82-98. 

VALENTE, José A.; ALMEIDA, Maria E. (orgs). Uso do CHIC na formação de educadores: à guisa de apresentação dos fundamentos e das pesquisas e foco. Rio de Janeiro: Letra Capital, 2015. Disponível para leitura em: https://www.letracapital.com.br/produto/uso-do-chic-na-formacao-de-educadores/


https://www.letracapital.com.br/produto/uso-do-chic-na-formacao-de-educadores/

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Seminário Análise de Dados: Análise Textual Discursiva

  

MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria C. Analise textual discursiva. 3 ed. rev. ampl. Ijuí: Unijuí, 2016.

Dossiê: v. 8 n. 19 (2020): Dossiê: Análise Textual Discursiva: mosaico de metáforas. Disponível em: https://editora.sepq.org.br/rpq/issue/view/20

PEDRUZZI, Alana N.; SCHMIDT, Elisabeth B.; GALIAZZI, Maria C.; PODEWILS, Tamires L. Análise textual discursiva: os movimentos da metodologia de pesquisa textual. Atos de Pesquisa em Educação, Blumenau, v. 10, n.2, p.584-604, mai./ago. 2015. DOI: http://dx.doi.org/10.7867/1809-0354.2015v10n2p584-604

MEDEIROS, Emerson A.; AMORIM, Carla C. Análise textual discursiva: dispositivo analítico de dados qualitativos para a pesquisa em educação. Laplage em Revista (Sorocaba), vol.3, n.3, set.-dez. 2017, p.247-260. DOI: https://doi.org/10.24115/S2446-6220201733385p.247-260

MILLI, Júlio C.; SOLINO, Ana P.; GEHLEN, Simoni T. A análise textual discursiva na investigação do tema gerador: por onde e como começar? Investigações em Ensino de Ciências – V23 (1), p. 200-229, 2018. DOI:10.22600/1518-8795.ienci2018v23n1p200

MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria C. Análise textual discursiva: processo reconstrutivo de múltiplas faces. Ciência & Educação, v. 12, n. 1, p. 117-128, 2006.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Seminário – Análise de Dados: Análise do discurso e de conteúdos

  

Análise do Discurso

GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Artmed, 2009. Em espanhol: GIBBS, Graham. El analise de datos cualitativos en investigación cualitativa. Madrid: Morata, 2012.

LEFEVRE, Fernando; LEFEVRE, Ana M. Depoimentos e discursos: uma proposta de análise em pesquisa social. Brasília: Líber, 2005.

MARTINO, Luis M. Métodos de pesquisa em Comunicação: projetos, idéias, práticas. Petrópolis: Vozes, 2018.

OLIVEIRA, Ana; ESPAIN, Andreia; ABELHEIRA, Isabel; LEMOS, Lúcia. Reflexão crítica sobre análise de discurso. In: COSTA, Antonio P.;  MOREIRA, Antonio; SÁ, Patrícia. (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: análise de dados. Vol 3. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 29-44.

Análise de Conteúdos

BARDIN, Laurence. Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.

GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Artmed, 2009. Em espanhol: GIBBS, Graham. El analise de datos cualitativos en investigación cualitativa. Madrid: Morata, 2012.

MENDES, Rosana M.; MISKULIN, Rosana G. A análise de conteúdo como uma metodologia. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, FCC, v.47, n.165, p. 1044-1066, jul/set. 2017.

MOURA, Eugenia; RAMOS, Raquel; SIMÕES, Salomé; LI, Yufei. Técnica de análise de conteúdo: uma freflexão crítica. In: COSTA, Antonio P.; MOREIRA, Antonio; SÁ, Patrícia. (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: análise de dados, vol 3. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 45-60.

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Análise dos Dados na Pesquisa

 A análise dos dados coletados numa pesquisa constitui o complexo processo de transformação de centenas de páginas de observações ou dados, coletados por meio de questionários, entrevistas ou depoimentos no relatório da pesquisa produzido por meio de processos rigorosos e qualificados. (VALENTE, 2015). Se dá com a estruturação, organização e transcrição dos dados pesquisados. 

O processo de análise envolve a organização dos dados, a realização da leitura preliminar da base de dados, a codificação e organização dos temas, a representação dos dados e a formulação de uma interpretação deles (CRESWELL, 2014). Os modos de análise são: comparações de resultados com uma configuração previsível a partir de uma matriz teórica; explicação através de relações causuais, se possível com teorias rivais; traçado de evoluções ou explicação das sequências em relação ao expectável (RUA, 2013).

Triangulação de dados - uso de diferentes fontes de dados. Confronto da informação obtida por uma fonte com outras, com vistas a corroborar os resultados da pesquisa (GIL, 2009; VERGARA, 2010). Da análise e triangulação dos dados obtidos durante a pesquisa, são extraídos diferentes resultados em relação a dimensão social dos grupos colaborativos virtuais (GRAY, 2012).

Os objetivos da análise qualitativa de dados são: dar estrutura aos dados (organizar unidades, categorias, temas e padrões); descrever as experiências dos sujeitos estudados sob sua ótica, em linguagem e com suas expressões; compreender profundamente o contexto que rodeia os dados; interpretar e avaliar unidades, categorias, temas e padrões; explicar ambientes, situações, fatos, fenômenos; reconstruir histórias; encontrar sentidos para os dados no âmbito da formulação do problema; relacionar os resultados da análise com a teoria fundamentada ou construir teorias (SAMPIERI et al, 2013).



Oleary (2019):

Análise de conteúdos - interpretar o significado da fala. Pode envolver "quantificação" linguística no qual as palavras e o "texto" forem unidades de análise a ser computadas.

Análise do discurso - interpretar a linguagem como ela se situa num contexto sócio-histórico. Examina a linguagem como ela constitui e encarna um contexto sócio-histórico ligado ao poder e ao conhecimento. Envolve o exame de dados que são "críticos", desafia a ideologia dominante.

Análise da narrativa - interpreta as "histórias" de pessoas. A coleta e a interpretação de dados são, com frequência, iterativas, focadas na construção da história. Adotadas em estudos nos quais se entende útil extrair a história de um indivíduo.

Análise conversacional - compreender a estrutura e a construção da conversação. Examina conversações, transcritas com muito esforço para observar a organização estrutural da fala. A alternância entre falantes e o ordenamento sequencial das elocuções são de especial importância para se compreender a conversação.

Análise visual - interpretar imagens fixas e movimento. Análise de imagens em vez de palavras.


Leituras indicadas

BARTHES, Roland et al. Análise estrutural da narrativa. 6 ed. Petrópolis: Vozes, 2009.

COSTA, Antonio P.;  MOREIRA, Antonio; SÁ, Patrícia. (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: análise de dados. Vol 3. Aveiro: UA Editora, 2021.

LIMA, Valderez M.; RAMOS, Maurivan G.; PAULA, Marília (orgs). Métodos de análise em pesquisa qualitativa: releituras atuais. Porto Alegre: Edupucrs, 2019.

MINAYO, Maria C.; ASSIS, Simone G.; SOUZA, Edinilsia R. (orgs). Avaliação por triangulação de métodos: abordagens de programas sociais. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005.

PEREIRA, Julio C. Análise de dados qualitativos: estratégias metodológicas para as Ciências da Saúde, Humanas e Sociais. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2004.

SILVERMAN, David. Interpretação de dados qualitativos: métodos para análise de entrevistas, textos e intervenções. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Seminário – Coleta de Dados: análise de imagens na pesquisa

BANKS, Marcus. Dados visuais para pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2009. Em espanhol: BANKS, Marcus. Los datos visuales en investigación cualitativa. Madrid: Morata, 2010.

BAUER, Martin; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.

MARCELLO, Fabiana A.; SOARES, Gisele R. Sobre o uso de imagens na pesquisa com crianças: foto-elicitação e outras metodologias no panorama investigativo brasileiro. Praxis Educativa, Ponta Grossa, v.16, e2118030, p. 1-18, 2021.

ULHOA, Andrea; CAPELA, Carina; RIBEIRO, Erika; MOTA, Marina. Imagens que contam histórias: o photovoice e a foto-elicitação na investigação qualitativa. In: SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P.; MOREIRA, Antonio (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: recolha de dados. Vol 2. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 53-72.

domingo, 17 de outubro de 2021

Seminário – Coleta de Dados: entrevistas, questionários e grupo focal

  

BARBOUR, Rosaline. Grupos focais. Porto Alegre: Artmed, 2009. Em espanhol: BARBOUR, Rosaline. Los grupos de discussion en investigación cualitativa. Madrid: Morata, 2013.

BATISTA, Bruna F.; RODRIGUES, Domingos; MOREIRA, Elisabete; SILVA, Francisco. Técnicas de recolha de dados em investigação: inquirir por questionário e/ou inquirir por entrevista? In: SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P.; MOREIRA, Antonio (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: recolha de dados. vol 2. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 13-36.

BONI, Valdete; QUARESMA, Silvia J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Em Tese: Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC., vol 2, n.1 (3), jan/jul 2005, p. 68-80.

DIAS, Claudia A. Grupo focal: técnica de coleta de dados em pesquisas qualitaticas...

KVALE, Steinar. Las entrevistas en investigación cualitativa. Madrid: Morata, 2011.

MANZINI, Eduardo J. Análise de entrevista. Marília: ABPEE, 2020.

MENDEZ, Gabriel P.; MAHLER, Cláudio F.; TAQUETTE, Stella R. Investigação qualitativa em período de distanciamento social: o desafio da realização de entrevistas remotas. Vol 9. Investigação qualitativa em Ciências Sociais: avanços e desafios. 2021, p. 336-343.

SILVA, Patricia C.; FORTUNATO, Marta. Modera, observa, escuta e foca-te na conversa de grupo – uma reflexão crítica. In: SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P.; MOREIRA, Antonio (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: recolha de dados. vol 2. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 37-51.

domingo, 10 de outubro de 2021

Coleta de Dados

A internet pode ser utilizada como meio para a realização de pesquisas qualitativas online que facilita a coleta de dados, o acesso a públicos diversificados e diminui o tempo de acesso aos participantes aos documentos de pesquisa, devido a capacidade de usar materiais na forma de arquivos é ampliada por métodos de armazenamento e recuperação digital.

Classificação dos dados quanto a origem:

Dados observacionais – obtidos por meio de observações diretas que podem ser associadas a lugares e tempo específicos. São também registros históricos pois não podem ser coletados uma zegunda vez.

Dados computacionais – resultados da execução de modelos computacionais ou de simulações. Podem ser repetidos/replicados.

Dados experimentais -  - provenientes de situações controladas em laboratório.

 

Classificação dos dados quanto a sua natureza

Números, imagens, textos, vídeos, áudios, softwares, algoritmos, equações, animações, modelos, simulações, dentre outros. Alguns tipos de dados tem valor imediato e duradouro enquanto outros adquirem valr ao longo do tempo. Alguns dados são capturados num momento específico e irrecuperável, enquanto outros são possíveis de reproduzir.

Classificação dos dados segundo a fase da pesquisa

Dados brutos, crus ou preliminares (rawdata) – dados que vêm diretamente dos instrumentos científicos.

Dados derivados ou referenciais – coleção de dados consolidados e arquivados, geralmente em grandes centros de dados, por exemplo: sequência genética, estrutura química, etc.

 


Como os dados são coletados e analisados? Que tipo de dados serão gerados na pesquisa? Onde e como os dados serão armazenados? Como os dados serão processados? Como os dados serão descritos? Quais as restrições éticas e legais? Quais as condições de compartilhamento dos dados da pesquisa?

Ética e Consentimento (integridade na pesquisa)

Dados Pessoais – relacionados a indivíduos vivos, que podem ser identificados a partir desses dados ou a partir desses dados combinados com outras informações.

Dados confidenciais – não estão em domínio público: informações sobre negócios, lucros, saúde, detalhes médicos e opiniões políticas, entregues em confiança ou que duas partes concordam em mantê-los confidenciais (secretos)

Dados pessoais sensíveis – religião ou crenças similares, orientação sexual, raça, origem étnica, filiação sindical, doença física ou mental, registros genéticos, registros médicos, identificação do sujeito, opinião política, dados biométricos.

Princípios da ética a serem considerados no compartilhamento e arquivamento de dados confidenciais:

- dever de confidencialidade para com os informantes participantes;

- dever de proteger os participantes de ofensas, não divulgando informações sensíveis;

- dever de tratar os participantes como seres inteligentes, capazes de tomar suas próprias decisões sobre com as informações que eles fornecem podem ser usadas, compartilhadas e tornadas públicas por meio do consentimento informado;

- dever de informar aos participantes, antes de obter o consentimento, como a informação e os dados serão usados, processados, compartilhados e eliminados.

Coleta de dados qualitativos observados, escritos, visuais e verbais são significativos e mostram grande diversidade. Incluem qualquer forma de comunicação – escrita, auditiva ou visual, por comportamento, simbolismos ou artefatos culturais, que incluem: entrevistas individuais; grupos focais online; observação participantes etnográfica; paginas web; gravações de vídeos; gravação de podcast; documentos e arquivos virtuais; diários e blogs; conversas em chat; textos produzidos em wiki; fotografias/imagens; questionários; observações das interações nos ambientes virtuais;  interações em redes sociais; documentos e interações escritas nas várias interfaces da internet; registros fotográficos e imagéticos; registros de processos de mediação em comunidades/redes sociais; narrativas digitais; vídeos e fotografias como documentos de pesquisa virtual; análise de imagens em movimento; fotoelucidação; cartografia cognitiva; documentos; história de vida/autobiografia.

A adequação das técnicas e dos instrumentos de pesquisa às especificidades do fenômeno a ser estudado exige do pesquisador uma dose de senso crítico e de criatividade no momento de selecioná-los e/ou compor combinações entre os mesmos.

A coleta de dados online pode ser obtida pela participação escrita (textos), oral (áudio) ou áudio visual (por videoconferência ou conferência web). Na assíncrona, o pesquisador pode enviar as suas perguntas escritas em forma de texto, áudio ou vídeo para o entrevistado, e este, pode respondê-las de acordo com a sua conveniência. Em ambas as situações, a coleta pode ser realizada via e-mail, whatsapp, chat, plataformas de webconferencia, fóruns, salas de chat.

O espaço online propicia relações de comunicação entre as pessoas, possibilita compreender artefatos culturais”. É necessário que o pesquisador tenha os cuidados éticos referentes à pesquisa online: proteção à privacidade dos participantes da pesquisa, a propriedade dos dados, a autenticidade e confiança nos dados coletados.

Indicações de leituras:


BAUER, Martin; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.

BRAUN, Virgínia; CLARKE, Victoria; GRAY, Debra. Coleta de dados qualitativos: um guia prático para técnicas textuais, midiáticos e virtuais. Petrópolis: Vozes, 2019.

COSTA, Cleide J.; MERCADO, Luis P. (org). Pesquisa em educação online. Maceió: Edufal, 2011.

MARTINO, Luis M. Métodos de pesquisa em Comunicação: projetos, idéias, práticas. Petrópolis: Vozes, 2018.

OLSEN, Wendy. Coleta de dados: debates e métodos fundamentais em pesquisa social. Porto Alegre: Penso, 2015.

SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P.; MOREIRA, Antonio (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: recolha de dados. Vol 2. Aveiro: UA Editora, 2021.

SAYÃO, Luis F.; SALES, Maria F. Guia de gestão de dados de pesquisa para bibliotecários e pesquisadores. Rio de Janeiro: CNEN/IEN, 2015. Disponível em: http://www.icb.usp.br/~sbibicb/images/guia%20gestaoPDF/Guia%20de%20gestao%20dados%20de%20pesquisa.pdf

TRAQUEIRA, Ana; PACHECO, Emilce; TAVEIRA, Eugenia. Reflexão crítica sobre métodos e técnicas de recolha de dados: investigação-ação. In: MOREIRA, Antonio; SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P. (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: métodos. Vol 1. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 33-50.

 


quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Seminário – Abordagens da pesquisa: Etnografia

ANGROSINO, Michael. Etnografia e observação participante. Porto Alegre: Artmed, 2009. Edição em espanhol: Etnografia y observavion participante en investigación cualitativa. Madrid: Morata:, 2012.

GREEN, Judith; DIXON, Carol; ZAHARLICK, Amy. A etnografia como uma lógica de investigação. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 42, p. 13-79. dez. 2005.

HAKKEN, David. Cyborgs@cyberespace? on ethnography books to the futre. Londons: Routhedge, 1999.

HAMMERSLEY, Martyn; ATKINSON, Paul. Etnografia: metodos de investigacion. 2.ed. Barcelona: Paidos, 1994.

PASSOS, Eduardo; KASTRUP, Virgínia; ESCÓSSIA, Liliana (orgs). Pistas do método da cartografia: pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2015.

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Seminário – Abordagens da pesquisa: estudo de caso

 ANDRÉ, Marli. O que é um estudo qualitativo em educação? Revista da Faaeba – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v.22, n. 40, p. 95-103, jul/dez 2013.

ALVES-MASSOTTI, Alda J. Usos e abusos dos estudos de caso. Cadernos de Pesquisa, v. 36, n. 129, p. 637-651, set/dez. 2006. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/BdSdmX3TsKKF3Q3X8Xf3SZw/?format=pdf&lang=pthttps://www.scielo.br/j/cp/a/BdSdmX3TsKKF3Q3X8Xf3SZw/?format=pdf&lang=pt

ELLET, William, Manual de estudo de caso: como ler, discutir e escrever casos de forma persuasiva. Porto Alegre: Bookmann, 2008.

GERRING, John. Pesquisa de estudo de caso: princípios e práticas. Petrópolis: Vozes, 2019.

LUDKE, M.; ANDRÉ, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.

RIOS, Joan. Estudo de caso: métodos de pesquisa qualitativa ou métodos qualitativos de pesquisa? In: MOREIRA, Antonio; SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P. (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: métodos. Vol 1. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 13-31.

YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e método. 5. ed. Porto Alegre: Bookmann, 2015.

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Seminário - Abordagens da pesquisa: Educational Design Science Research

  

BERNARDO, Isabel. Educational design research. In: MOREIRA, Antonio; SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P. (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: métodos. Vol 1. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 65-79.

DRESCH, Aline; LACERDA, Daniel P.; ANTUNES JÚNIOR, José A. Design science research: métodos de pesquisa para avanço da ciência e tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2015.

MATTA, Alfredo E.; SILVA, Francisca P.; BOAVENTURA, Edivaldo M. Design-Based Research em pesquisa de desenvolvimento: metodologia para pesquisa aplicada de inovação em educação do século XXI. Revista da Faaeba – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v.23, n. 42, p. 23-36, jul/dez 2014. Disponível em: https://www.revistas.uneb.br/index.php/faeeba/article/view/1025

PIMENTEL, Mariano; FILIPPO, Denise; SANTORO, Flávia M. Design Science Research: fazendo pesquisas científicas rigorosas atreladas ao desenvolvimento de artefatos computacionais projetados para a educação. In: JAQUES, Patrícia A.; PIMENTEL, Mariano; SIQUEIRA; Sean; BITTENCOURT, Ig. (Org.) Metodologia de pesquisa científica em Informática na Educação: concepção de pesquisa. Porto Alegre: SBC, 2020. Série Metodologia de Pesquisa em Informática na Educação, v.1. Disponível em: https://metodologia.ceie-br.org/livro-1/

PIMENTEL, Mariano; FILIPPO, Denise; SANTOS, Thiago M. Design Science Research: pesquisa científica atrelada ao design de artefatos. Re@D-Revista de Educação a Distância e Elearning. Vol.3, n.1, março/abril, 2020. Disponível em: https://repositorioaberto.uab.pt/bitstream/10400.2/9787/1/READ_p.37-61.pdf

NOBRE, Ana; MARTIN-FERNANDES, Isabelle. Abris caminhos para a investigação em eucação: design-based research. Revista Praxis Educacional,  vol. 17, n. 48, p. 1-21, out/dez, 2021.  Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/8821/6153

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Seminário – Abordagens da pesquisa: pesquisa na cibercultura, pesquisa formação, pesquisa experiencial e pesquisa aplicação

GRAVEIMEIJER, Koeno; COBB, Paul. Pesquisa-aplicação para perspectiva de desenho de aprendizagem. In: PLOMP, Tjeerd; NIEVEEN, Nienke; NONATO, Emanuel; MATTA, Alfredo. Pesquisa-aplicação em educação: uma introdução. São Paulo: Artesanato Educacional/Abed, 2018, p. 89-136.

KOLB, David A. Experimental learning: experience as the sauce of learning and development. 2ed. New Jersey: Pearson, 2015.

MOREIRA, Jefferson S.; SANTOS, David M.; SILVA, Fabricio O. Aprendizagem experiencial da docência universitária: desenvolvimento profissional de professores tutores no método Problem Based Learning. Rev. Dialogo Educ, Curitiba, v.21, n.68, p.184-209, jan/mar. 2021.

NICCOLI, Laura (org). Pesquisa experiencial em contextos de aprendizagem: uma abordagem em evolução. Campinas: Pontes, 2014.

NONATO, Emanuel R.; MALTA, Alfredo E. Caminho da pesquisa-aplicação na pesquisa em educação. In: PLOMP, Tjeerd; NIEVEEN, Nienke; NONATO, Emanuel; MATTA, Alfredo. Pesquisa-aplicação em educação: uma introdução. São Paulo: Artesanato Educacional/Abed, 2018, p. 13-66.

SANTOS, Edmea. Pesquisa–formação na cibercultura. Teresina: Edufpi, 2019.

SILVA, Obdalia S.; JEREZ, Sérgio A. Pesquisa em educação na cibercultura: formação docente para a/na complexidade. Acta. sci. Educ., v. 42, e52870, 2020. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ActaSciEduc/article/view/52870/751375150738

sábado, 28 de agosto de 2021

Abordagens da Pesquisa

 A metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida na pesquisa. É a explicação do tipo de pesquisa, instrumental utilizado, do tempo previsto, equipe de pesquisadores e divisão do trabalho, formas de tabulação e tratamento dos dados, de tudo que se utilizou no trabalho de pesquisa.




Na metodologia são indicadas as técnicas utilizadas para possibilitar a efetivação dos objetivos e consequentemente a resolução do problema da pesquisa da dissertação ou tese a ser defendida. 
 

Abordagem da Pesquisa

Características

Pesquisa de Levantamento

 

Descrever, comparar, avaliar

Estudo de caso

Descrever, comparar, explicar

Pesquisa Experimental

Explicar, comparar

Pesquisa-ação

Desenhar, desenvolver solução para problema prático

Etnografia

Descrever, explicar

Pesquisa Correlacional

Descrever, comparar

Pesquisa de avaliação

Determinar a efetividade de um programa/curso/disciplina

Ciber-praxiografia

Práticas sociais dos corpos e artefatos no ambiente virtual

Fonte: Plompt et al (2018, p. 162)

Etnografia Online/virtual (OLEARY, 2019) – compreender as comunidades online da perspectiva de seus membros, com base em pressupostos antropológicos clássicos. Observação e participação de sites, blogs, fóruns de discussão e redes sociais. A netnografia permite compreender a índole peculiar das comunidades online da perspectiva de seus membros, aplicando novos enfoques padronizados acordados para observar e participar em sites, blogs, fóruns de discussão e redes sociais. Utiliza observação participante.

Design Science Research – pesquisa de desenvolvimento de artefatos com produção de conhecimentos: aulas, recursos didáticos e práticas educacionais. Uso de artefatos em determinadas situações.


terça-feira, 24 de agosto de 2021

Revisão Sistemática da Literatura e Referencial Teórico



Na Revisão da Literatura são apresentados e analisados criticamente os trabalhos já desenvolvidos sobre um tema de pesquisa. Tem como objetivo verificar as perspectivas de abordagem do tema, identificar as questões presentes no debate e circunscrever a ótica pelo qual o tema/problema será explorado nas seções seguintes. Significa traçar um mapa de autores e idéias sobre uma questão de pesquisa (CRESWEL, 2007). 

Leituras indicadas:

 

DERMEVAL, Diego; COELHO, Jorge A.; BITTENCOURT, Ig I. Mapeamento sistemático e revisão sistemática da literatura em Informática na Educação. In: JAQUES, Patrícia A.; SIQUEIRA; Sean; BITTENCOURT, Ig; PIMENTEL, Mariano (Org.) Metodologia de pesquisa científica em Informática na Educação: abordagem quantitativa. Porto Alegre: SBC, 2020. Série Metodologia de Pesquisa em Informática na Educação, v. 2. Disponível em: https://metodologia.ceie-br.org/livro-2/

FARIA, Paulo M. Revisão sistemática da literatura: contributo para um novo paradigma investigativo. Santo Tirso/Portugal: Whitebooks, 2016.

OKOLL, Chitu. Guia para realizar uma revisão sistemática da literatura: a guide to conduting a standalone systematic literature review. Tradução David Wesley Amado Duarte. Revisão Técnica e introdução de João Mattar. EaD em Foco, 2019, vol 9, n. 1 e748. Disponível em: https://eademfoco.cecierj.edu.br/index.php/Revista/article/view/748

MATTAR, João; RAMOS, Daniela K. Metodologia da pesquisa em educação: abordagens qualitativas, quantitativas e mistas. São Paulo: Edições 70, 2021 (Capítulo 3 – Revisão da Literatura, p.37-69).

 A Fundamentação Teórica é o levantamento de bibliografias, indicadores e soluções ao problema pesquisado. É o diálogo entre a teoria e o problema a ser investigado. É a parte dedicada à contextualização teórica do problema e a seu relacionamento com o que tem sido investigado a seu respeito (GIL, 2002).

 A teoria é um instrumento que serve para produzir o conhecimento que se necessita produzir. Aponta para a elaboração de instrumentos conceituais para pensar rigorosamente e conhecer profundamente a realidade concreta.

 Na fundamentação teórica apresentam-se os conceitos centrais da pesquisa e o estado da arte acerca do tema. É fundamental que o pesquisador consulte periódicos científicos e livros de referência, já indicados quando foi solicitada a elaboração da pesquisa webgráfica.

 O referencial teórico é um texto claro, fundamentando com citações, abordando: o que já se sabe e o que não se sabe acerca do problema da pesquisa e precisa ser pesquisado ou ampliado; as teorias e hipóteses que prevalecem na abordagem da problemática estudada; os pontos controvertidos; a natureza e a extensão da contribuição pretendida na pesquisa.

A elaboração do referencial teórico deve demonstrar domínio crítico das fontes principais que tratam do tema. O texto deve ser criticamente articulado, com comparações entre explicações e resultados de pesquisas de diferentes pesquisadores, revelando controvérsias e consensos e discutindo as possíveis razões para isso, alternativas metodológicas e fontes de erro. Citações devem ser feitas de acordo com as normas.

 As fontes bibliográficas são imprescindíveis às pesquisas, em geral, dada a importância da revisão de literatura para todas as áreas. Lakatos e Marconi (1996) citam como tipos de fontes bibliográficas as provenientes de: a) imprensa escrita (jornais e revistas); b) meios audiovisuais (filmes, televisão); c) material cartográfico (mapas e gráficos); d) publicações (livros, teses, monografias, publicações avulsas, pesquisas).

 A internet requer cuidados redobrados do pesquisador acerca da consistência, objetividade e rigor dos dados. A pesquisa científica requer seleção criteriosa dos sites e páginas disponíveis, sendo aconselhável o uso de sites institucionais (essencialmente de universidades e centros de pesquisa), bibliotecas virtuais e bases de dados relacionadas à pesquisa científica.


segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Repositórios de Publicações para Pesquisa Webgráfica




Repositórios de Publicações na área da Educação

Academia.edu – https://www.academia.edu/

BDTD – Biblioteca Digital de Teses e Dissertações/Capes - https://bdtd.ibict.br/vufind/

Dialnet https://dialnet.unirioja.es/

Directory of Open Acess Journals (DOAJ) – https://doaj.org/

Educa (FCC) – http://educa.fcc.org.br/

ERIC – Education Resources Information Center https://eric.ed.gov/

Google Acadêmico https://scholar.google.com.br/

Google Livros –https://books.google.com.br/

Google Scholar – https://scholar.google.com.br/

Oasisbr – http://oasisbr.ibict.br/

Open Library – https://openlibrary.org/

Periódicos Capes https://www.periodicos.capes.gov.br/  

Portal de Livros USP – http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP

RefSeek – Academic Search Engine https://www.refseek.com/

Scholarpedia http://www.scholarpedia.org/article/Main_Page

Scielo https://www.scielo.org/

Scielo Livros http://books.scielo.org/

Science Direct – https://www.sciencedirect.com/

Scopus/Elsevier - https://www.elsevier.com/pt-br/solutions/scopus

Springer Link https://link.springer.com/

World Wide Science – https://worldwidescience.org/


Plataforma Brasil

  A Plataforma Brasil é um sistema eletrônico criado pelo Governo Federal para sistematizar o recebimento dos projetos de pesquisa que envol...