quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Softwares para processamento e análise de dados da pesquisa

 ALONSO, Celina; BRANDÃO, Catarina; GONÇALVES, Sonia P. Análise temática qualitativa com o apoio do MaxQDA: o impacto da Covid-19 no setor de restauração. Vol 8. Investigação qualitativa em educação: avanços e desafios, 2021, p.312-319.

ANDRADE, Danielle M.; SCHMIDT, Elisabeth B.; MONTIEL, Fabiana C. Uso do software Nvivo como ferramenta auxiliar da organização de informações na análise textual discursiva. Revista Pesquisa Qualitativa. São Paulo, v.8, n. 19, p. 948-970, dez. 2010. Disponível em: https://editora.sepq.org.br/rpq/article/view/357

CANUTO, Angela et al. Paralelo qualitativo entre grupos focais presenciais e virtuais: limitações e potencialidades vistas a partir do Iramuteq. Vol 7. Investigação qualitativa em educação: avanços e desafios, 2021, p.128-144.

CERVANTES, C. T. et al. Uso del software CAQDAS NVivo em Ciencias Sociales para la investigación con grupos de discussíon. Index de Enfermería, vol 25, n.3, Granada, jul/sept, 2016..

LORENZETTI, Leonir; DOMICIANO, Tamara D.; GERALDO, Ana P. A utilização do software QDA Miner Lite nas pesquisas que utilizam a análise textual discursiva. Revista Pesquisa Qualitativa. São Paulo, v.8, n. 19, p. 971-990, dez. 2020. Disponível em: https://editora.sepq.org.br/rpq/article/view/367

GARCIA, Fabiane M; ESTEVÃO, C. O uso de softwares de análise de dados qualitativos QDAS em uma investigação em rede. Revista Pesquisa Qualitativa, São Paulo, v. 4, n, 5, p. 253-274, 2016. Disponível em: https://editora.sepq.org.br/rpq/article/view/52

LIMA. Valderez M.; AMARAL, Rosa; RAMOS, Maurivan. Análise textual discursiva apoiado por softwtare: Iramuteq e análise de subcorpus. Vol 7. Investigação qualitativa em educação: avanços e desafios, 2021, p.1-9.

RAMOS, Vinicius F.; SMANIOTTO JUNIOR, Cesar. Aplicação web Sonda: Social Network Data Analysis. In: LAPA, Andrea B,; LACERDA, Andreson L. (orgs). Formação de sujeitos em espaços sociais virtuais. Volume II, Rio de Janeirto: Letra Capital,  p. 82-98. 

VALENTE, José A.; ALMEIDA, Maria E. (orgs). Uso do CHIC na formação de educadores: à guisa de apresentação dos fundamentos e das pesquisas e foco. Rio de Janeiro: Letra Capital, 2015. Disponível para leitura em: https://www.letracapital.com.br/produto/uso-do-chic-na-formacao-de-educadores/


https://www.letracapital.com.br/produto/uso-do-chic-na-formacao-de-educadores/

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Seminário Análise de Dados: Análise Textual Discursiva

  

MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria C. Analise textual discursiva. 3 ed. rev. ampl. Ijuí: Unijuí, 2016.

Dossiê: v. 8 n. 19 (2020): Dossiê: Análise Textual Discursiva: mosaico de metáforas. Disponível em: https://editora.sepq.org.br/rpq/issue/view/20

PEDRUZZI, Alana N.; SCHMIDT, Elisabeth B.; GALIAZZI, Maria C.; PODEWILS, Tamires L. Análise textual discursiva: os movimentos da metodologia de pesquisa textual. Atos de Pesquisa em Educação, Blumenau, v. 10, n.2, p.584-604, mai./ago. 2015. DOI: http://dx.doi.org/10.7867/1809-0354.2015v10n2p584-604

MEDEIROS, Emerson A.; AMORIM, Carla C. Análise textual discursiva: dispositivo analítico de dados qualitativos para a pesquisa em educação. Laplage em Revista (Sorocaba), vol.3, n.3, set.-dez. 2017, p.247-260. DOI: https://doi.org/10.24115/S2446-6220201733385p.247-260

MILLI, Júlio C.; SOLINO, Ana P.; GEHLEN, Simoni T. A análise textual discursiva na investigação do tema gerador: por onde e como começar? Investigações em Ensino de Ciências – V23 (1), p. 200-229, 2018. DOI:10.22600/1518-8795.ienci2018v23n1p200

MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria C. Análise textual discursiva: processo reconstrutivo de múltiplas faces. Ciência & Educação, v. 12, n. 1, p. 117-128, 2006.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Seminário – Análise de Dados: Análise do discurso e de conteúdos

  

Análise do Discurso

GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Artmed, 2009. Em espanhol: GIBBS, Graham. El analise de datos cualitativos en investigación cualitativa. Madrid: Morata, 2012.

LEFEVRE, Fernando; LEFEVRE, Ana M. Depoimentos e discursos: uma proposta de análise em pesquisa social. Brasília: Líber, 2005.

MARTINO, Luis M. Métodos de pesquisa em Comunicação: projetos, idéias, práticas. Petrópolis: Vozes, 2018.

OLIVEIRA, Ana; ESPAIN, Andreia; ABELHEIRA, Isabel; LEMOS, Lúcia. Reflexão crítica sobre análise de discurso. In: COSTA, Antonio P.;  MOREIRA, Antonio; SÁ, Patrícia. (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: análise de dados. Vol 3. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 29-44.

Análise de Conteúdos

BARDIN, Laurence. Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.

GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Artmed, 2009. Em espanhol: GIBBS, Graham. El analise de datos cualitativos en investigación cualitativa. Madrid: Morata, 2012.

MENDES, Rosana M.; MISKULIN, Rosana G. A análise de conteúdo como uma metodologia. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, FCC, v.47, n.165, p. 1044-1066, jul/set. 2017.

MOURA, Eugenia; RAMOS, Raquel; SIMÕES, Salomé; LI, Yufei. Técnica de análise de conteúdo: uma freflexão crítica. In: COSTA, Antonio P.; MOREIRA, Antonio; SÁ, Patrícia. (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: análise de dados, vol 3. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 45-60.

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Análise dos Dados na Pesquisa

 A análise dos dados coletados numa pesquisa constitui o complexo processo de transformação de centenas de páginas de observações ou dados, coletados por meio de questionários, entrevistas ou depoimentos no relatório da pesquisa produzido por meio de processos rigorosos e qualificados. (VALENTE, 2015). Se dá com a estruturação, organização e transcrição dos dados pesquisados. 

O processo de análise envolve a organização dos dados, a realização da leitura preliminar da base de dados, a codificação e organização dos temas, a representação dos dados e a formulação de uma interpretação deles (CRESWELL, 2014). Os modos de análise são: comparações de resultados com uma configuração previsível a partir de uma matriz teórica; explicação através de relações causuais, se possível com teorias rivais; traçado de evoluções ou explicação das sequências em relação ao expectável (RUA, 2013).

Triangulação de dados - uso de diferentes fontes de dados. Confronto da informação obtida por uma fonte com outras, com vistas a corroborar os resultados da pesquisa (GIL, 2009; VERGARA, 2010). Da análise e triangulação dos dados obtidos durante a pesquisa, são extraídos diferentes resultados em relação a dimensão social dos grupos colaborativos virtuais (GRAY, 2012).

Os objetivos da análise qualitativa de dados são: dar estrutura aos dados (organizar unidades, categorias, temas e padrões); descrever as experiências dos sujeitos estudados sob sua ótica, em linguagem e com suas expressões; compreender profundamente o contexto que rodeia os dados; interpretar e avaliar unidades, categorias, temas e padrões; explicar ambientes, situações, fatos, fenômenos; reconstruir histórias; encontrar sentidos para os dados no âmbito da formulação do problema; relacionar os resultados da análise com a teoria fundamentada ou construir teorias (SAMPIERI et al, 2013).



Oleary (2019):

Análise de conteúdos - interpretar o significado da fala. Pode envolver "quantificação" linguística no qual as palavras e o "texto" forem unidades de análise a ser computadas.

Análise do discurso - interpretar a linguagem como ela se situa num contexto sócio-histórico. Examina a linguagem como ela constitui e encarna um contexto sócio-histórico ligado ao poder e ao conhecimento. Envolve o exame de dados que são "críticos", desafia a ideologia dominante.

Análise da narrativa - interpreta as "histórias" de pessoas. A coleta e a interpretação de dados são, com frequência, iterativas, focadas na construção da história. Adotadas em estudos nos quais se entende útil extrair a história de um indivíduo.

Análise conversacional - compreender a estrutura e a construção da conversação. Examina conversações, transcritas com muito esforço para observar a organização estrutural da fala. A alternância entre falantes e o ordenamento sequencial das elocuções são de especial importância para se compreender a conversação.

Análise visual - interpretar imagens fixas e movimento. Análise de imagens em vez de palavras.


Leituras indicadas

BARTHES, Roland et al. Análise estrutural da narrativa. 6 ed. Petrópolis: Vozes, 2009.

COSTA, Antonio P.;  MOREIRA, Antonio; SÁ, Patrícia. (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: análise de dados. Vol 3. Aveiro: UA Editora, 2021.

LIMA, Valderez M.; RAMOS, Maurivan G.; PAULA, Marília (orgs). Métodos de análise em pesquisa qualitativa: releituras atuais. Porto Alegre: Edupucrs, 2019.

MINAYO, Maria C.; ASSIS, Simone G.; SOUZA, Edinilsia R. (orgs). Avaliação por triangulação de métodos: abordagens de programas sociais. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005.

PEREIRA, Julio C. Análise de dados qualitativos: estratégias metodológicas para as Ciências da Saúde, Humanas e Sociais. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2004.

SILVERMAN, David. Interpretação de dados qualitativos: métodos para análise de entrevistas, textos e intervenções. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Seminário – Coleta de Dados: análise de imagens na pesquisa

BANKS, Marcus. Dados visuais para pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2009. Em espanhol: BANKS, Marcus. Los datos visuales en investigación cualitativa. Madrid: Morata, 2010.

BAUER, Martin; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.

MARCELLO, Fabiana A.; SOARES, Gisele R. Sobre o uso de imagens na pesquisa com crianças: foto-elicitação e outras metodologias no panorama investigativo brasileiro. Praxis Educativa, Ponta Grossa, v.16, e2118030, p. 1-18, 2021.

ULHOA, Andrea; CAPELA, Carina; RIBEIRO, Erika; MOTA, Marina. Imagens que contam histórias: o photovoice e a foto-elicitação na investigação qualitativa. In: SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P.; MOREIRA, Antonio (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: recolha de dados. Vol 2. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 53-72.

domingo, 17 de outubro de 2021

Seminário – Coleta de Dados: entrevistas, questionários e grupo focal

  

BARBOUR, Rosaline. Grupos focais. Porto Alegre: Artmed, 2009. Em espanhol: BARBOUR, Rosaline. Los grupos de discussion en investigación cualitativa. Madrid: Morata, 2013.

BATISTA, Bruna F.; RODRIGUES, Domingos; MOREIRA, Elisabete; SILVA, Francisco. Técnicas de recolha de dados em investigação: inquirir por questionário e/ou inquirir por entrevista? In: SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P.; MOREIRA, Antonio (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: recolha de dados. vol 2. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 13-36.

BONI, Valdete; QUARESMA, Silvia J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Em Tese: Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC., vol 2, n.1 (3), jan/jul 2005, p. 68-80.

DIAS, Claudia A. Grupo focal: técnica de coleta de dados em pesquisas qualitaticas...

KVALE, Steinar. Las entrevistas en investigación cualitativa. Madrid: Morata, 2011.

MANZINI, Eduardo J. Análise de entrevista. Marília: ABPEE, 2020.

MENDEZ, Gabriel P.; MAHLER, Cláudio F.; TAQUETTE, Stella R. Investigação qualitativa em período de distanciamento social: o desafio da realização de entrevistas remotas. Vol 9. Investigação qualitativa em Ciências Sociais: avanços e desafios. 2021, p. 336-343.

SILVA, Patricia C.; FORTUNATO, Marta. Modera, observa, escuta e foca-te na conversa de grupo – uma reflexão crítica. In: SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P.; MOREIRA, Antonio (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: recolha de dados. vol 2. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 37-51.

domingo, 10 de outubro de 2021

Coleta de Dados

A internet pode ser utilizada como meio para a realização de pesquisas qualitativas online que facilita a coleta de dados, o acesso a públicos diversificados e diminui o tempo de acesso aos participantes aos documentos de pesquisa, devido a capacidade de usar materiais na forma de arquivos é ampliada por métodos de armazenamento e recuperação digital.

Classificação dos dados quanto a origem:

Dados observacionais – obtidos por meio de observações diretas que podem ser associadas a lugares e tempo específicos. São também registros históricos pois não podem ser coletados uma zegunda vez.

Dados computacionais – resultados da execução de modelos computacionais ou de simulações. Podem ser repetidos/replicados.

Dados experimentais -  - provenientes de situações controladas em laboratório.

 

Classificação dos dados quanto a sua natureza

Números, imagens, textos, vídeos, áudios, softwares, algoritmos, equações, animações, modelos, simulações, dentre outros. Alguns tipos de dados tem valor imediato e duradouro enquanto outros adquirem valr ao longo do tempo. Alguns dados são capturados num momento específico e irrecuperável, enquanto outros são possíveis de reproduzir.

Classificação dos dados segundo a fase da pesquisa

Dados brutos, crus ou preliminares (rawdata) – dados que vêm diretamente dos instrumentos científicos.

Dados derivados ou referenciais – coleção de dados consolidados e arquivados, geralmente em grandes centros de dados, por exemplo: sequência genética, estrutura química, etc.

 


Como os dados são coletados e analisados? Que tipo de dados serão gerados na pesquisa? Onde e como os dados serão armazenados? Como os dados serão processados? Como os dados serão descritos? Quais as restrições éticas e legais? Quais as condições de compartilhamento dos dados da pesquisa?

Ética e Consentimento (integridade na pesquisa)

Dados Pessoais – relacionados a indivíduos vivos, que podem ser identificados a partir desses dados ou a partir desses dados combinados com outras informações.

Dados confidenciais – não estão em domínio público: informações sobre negócios, lucros, saúde, detalhes médicos e opiniões políticas, entregues em confiança ou que duas partes concordam em mantê-los confidenciais (secretos)

Dados pessoais sensíveis – religião ou crenças similares, orientação sexual, raça, origem étnica, filiação sindical, doença física ou mental, registros genéticos, registros médicos, identificação do sujeito, opinião política, dados biométricos.

Princípios da ética a serem considerados no compartilhamento e arquivamento de dados confidenciais:

- dever de confidencialidade para com os informantes participantes;

- dever de proteger os participantes de ofensas, não divulgando informações sensíveis;

- dever de tratar os participantes como seres inteligentes, capazes de tomar suas próprias decisões sobre com as informações que eles fornecem podem ser usadas, compartilhadas e tornadas públicas por meio do consentimento informado;

- dever de informar aos participantes, antes de obter o consentimento, como a informação e os dados serão usados, processados, compartilhados e eliminados.

Coleta de dados qualitativos observados, escritos, visuais e verbais são significativos e mostram grande diversidade. Incluem qualquer forma de comunicação – escrita, auditiva ou visual, por comportamento, simbolismos ou artefatos culturais, que incluem: entrevistas individuais; grupos focais online; observação participantes etnográfica; paginas web; gravações de vídeos; gravação de podcast; documentos e arquivos virtuais; diários e blogs; conversas em chat; textos produzidos em wiki; fotografias/imagens; questionários; observações das interações nos ambientes virtuais;  interações em redes sociais; documentos e interações escritas nas várias interfaces da internet; registros fotográficos e imagéticos; registros de processos de mediação em comunidades/redes sociais; narrativas digitais; vídeos e fotografias como documentos de pesquisa virtual; análise de imagens em movimento; fotoelucidação; cartografia cognitiva; documentos; história de vida/autobiografia.

A adequação das técnicas e dos instrumentos de pesquisa às especificidades do fenômeno a ser estudado exige do pesquisador uma dose de senso crítico e de criatividade no momento de selecioná-los e/ou compor combinações entre os mesmos.

A coleta de dados online pode ser obtida pela participação escrita (textos), oral (áudio) ou áudio visual (por videoconferência ou conferência web). Na assíncrona, o pesquisador pode enviar as suas perguntas escritas em forma de texto, áudio ou vídeo para o entrevistado, e este, pode respondê-las de acordo com a sua conveniência. Em ambas as situações, a coleta pode ser realizada via e-mail, whatsapp, chat, plataformas de webconferencia, fóruns, salas de chat.

O espaço online propicia relações de comunicação entre as pessoas, possibilita compreender artefatos culturais”. É necessário que o pesquisador tenha os cuidados éticos referentes à pesquisa online: proteção à privacidade dos participantes da pesquisa, a propriedade dos dados, a autenticidade e confiança nos dados coletados.

Indicações de leituras:


BAUER, Martin; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.

BRAUN, Virgínia; CLARKE, Victoria; GRAY, Debra. Coleta de dados qualitativos: um guia prático para técnicas textuais, midiáticos e virtuais. Petrópolis: Vozes, 2019.

COSTA, Cleide J.; MERCADO, Luis P. (org). Pesquisa em educação online. Maceió: Edufal, 2011.

MARTINO, Luis M. Métodos de pesquisa em Comunicação: projetos, idéias, práticas. Petrópolis: Vozes, 2018.

OLSEN, Wendy. Coleta de dados: debates e métodos fundamentais em pesquisa social. Porto Alegre: Penso, 2015.

SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P.; MOREIRA, Antonio (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: recolha de dados. Vol 2. Aveiro: UA Editora, 2021.

SAYÃO, Luis F.; SALES, Maria F. Guia de gestão de dados de pesquisa para bibliotecários e pesquisadores. Rio de Janeiro: CNEN/IEN, 2015. Disponível em: http://www.icb.usp.br/~sbibicb/images/guia%20gestaoPDF/Guia%20de%20gestao%20dados%20de%20pesquisa.pdf

TRAQUEIRA, Ana; PACHECO, Emilce; TAVEIRA, Eugenia. Reflexão crítica sobre métodos e técnicas de recolha de dados: investigação-ação. In: MOREIRA, Antonio; SÁ, Patrícia; COSTA, Antonio P. (coords). Reflexões em torno de metodologias de investigação: métodos. Vol 1. Aveiro: UA Editora, 2021, p. 33-50.

 


Plataforma Brasil

  A Plataforma Brasil é um sistema eletrônico criado pelo Governo Federal para sistematizar o recebimento dos projetos de pesquisa que envol...